Snack Updates
Criado por Victor Abreu
Java Runtime Environment 6 Update 15
O ambiente de execução Java, usada em vários softwares (OpenOffice, LimeWire, FrostWire, GeoGebra…) e em applets
Desde o lançamento da linguagem, em Maio de 1995, a plataforma Java foi a mais rapidamente adoptada na história da computação. Em 2003 já havia atingido a marca de 4 milhões de desenvolvedores.
Os programas escritos em linguagem Java podem funcionar em qualquer plataforma de hardware e software que possua uma versão da JVM, tornando essas aplicações independentes da plataforma do Sistema Operativo na qual estão operando.
É já a versão 6 update 15 (1.6.0_15) do software. Recomendo vivamente a sua instalação.
Sistemas: Windows, Mac, Linux, PortableApps.com, ReactOS (?)
Licença: Freeware/Opensource (?)
Download: JRE 6 Update 15 pt-BR (instalação offline)
Download: JRE 6 Update 15 (instalação online)
Download: Portable JRE 6 Update 14
Site: Java
Site: Sun Microsystems
PortableApps.com Platform 2.0 Beta 3
A plataforma de software portátil mais conhecida entrou numa nova era.
A versão 2.0, ainda em fase de testes, vem adicionar novas funcionalidades (verificar erros no disco com o CHKDSK, transparência do menu, a escolha de temas predefinidos ou transferidos da Internet, como o do Windows 7, que está disponível mais em baixo) melhora a compatibilidade com o WINE (mecanismo que permite rodar aplicações Win32 em Linux e ReactOS) e trará o Updater (na beta 4), programa útil para actualizar outras ferramentas.
O código desta ferramenta está também disponível.
Use e abuse deste sistema que transformará a sua memória Flash num canivete suíço.
Sistemas: Windows, Linux+Wine, ReactOS
Licença: Freeware/ Opensource
Download: PortableApps.com Platform 2.0 Beta 3
Download: Código PortableApps.com Platform 2.0 Beta 3
Download: Tema Windows 7
Site: Platform
Site: PortableApps.com
Mac OS X (10.5.8)
Fonte: Peopleware
Já está disponível a versão 10.5.8 do Mac OS X Leopard. Espera-se que esta seja a última, visto a data de lançamento do Snow Leopard estar para breve.
Este update contém várias melhorias gerais em termos de segurança e estabilidade. O Mac OS X 10.5.8 já contém o Safari 4.0.2. Aqui ficam algumas das melhorias:
Melhora a precisão da pesquisa completa do histórico no Safari 4.
Arrastar uma imagem do Aperture para o Automator invoca agora uma acção do Aperture, em vez de invocar incorrectamente uma acção do iPhoto.
Corrige um problema que pode impedir a importação de fotografias e filmes de grande dimensão a partir de câmaras digitais.
Corrige um problema que pode causar prolongados tempos de arranque.
Inclui as correcções de segurança mais recentes.
Se quiser ver a lista completa com todas as alterações, consulte a página oficial da Apple.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Snack Updates
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Snack Updates
Criado por Victor Abreu em 6 de Agosto de 2009
Google Chrome 3.0.196.2 Dev
O Google já lançou a sua alternativa aos browsers Internet Explorer e Firefox. A aplicação foi baptizada com o nome Chrome e poderá ser descarregado, agora em versão final para Windows, em cem países.
Segundo a empresa, o browser está preparado para ligações rápidas e para ser compatível com um grande número de aplicações gráficas e multimédia graças ao novo motor JavaScript V8.
Diferenciando-se dos concorrentes, o Chrome oferecerá uma parte open source que permite a sua modificação por parte dos internautas e está preparado para melhorar a navegação na Internet, graças ao design multiprocessos. É este design que permite que cada separador seja tratado de forma autónoma, o que, em caso de bloqueio, encerra apenas o tab onde foi detectado o erro, mantendo os restantes abertos.
Graças à mesma característica, sempre que um separador é encerrado o browser pára imediatamente de consumir recursos para esse fim, deixando esse espaço livre para outras tarefas, ao contrário do que acontece com as aplicações de navegação tradicionais, explica a Google numa banda desenhada publicada no seu blog. Tal como acontece com o Internet Explorer 8, também o Chrome permite maior privacidade de navegação. Os utilizadores podem abrir uma janela de privacidade e ter a certeza que nenhuma da informação aí gerada fica guardada no PC, assegura a empresa.
O lançamento da versão final do browser representa o mais recente passo da Google na sua estratégia para o mercado de aplicações, face à dominante Microsoft e a outros players do sector.
Depois de criar produtos como o Google Docs, o Picasa e o Maps, a empresa pretende agora “roubar” alguma quota de mercado no que se refere às aplicações de navegação na Web, área onde a Microsoft detém uma participação de 80 por cento com o IE.
Compatibilidade: XP SP2 / Vista
Licença: Opensource
Download:Google Chrome
Site:Google Chrome
VirtualBox 3.0.4
O VirtualBox é um software que cai como uma luva para quem quer rodar sistemas operacionais diferentes em um mesmo PC.
O programa é um freeware capaz de criar máquinas virtuais com Linux, OpenBSD, Solaris e qualquer versão do Windows.
O ponto alto do VirtualBox é a facilidade de utilização. Usuários com pouca experiência no assunto conseguem se virar bem, por conta da interface intuitiva.
Para configurar a unidade na qual o outro sistema será instalado, basta clicar sobre o botão New e seguir as indicações na tela. Depois, é só colocar o disco de instalação do sistema operacional escolhido e reiniciar a nova máquina virtual.
Compatibilidade:Windows/Mac/Linux
Licença: GNU
Download: Windows 32 e 64 bits | Mac Intel | Linux
Site:
Avira AntiVir Personal 9.0.0.407
Excelente antivírus grátis para uso pessoal.
Utilização extremamente simples. Detecta intrusos, worms e outros. Pena é o software ser em inglês.
Este é o meu preferido.
O Avira Free é completamente livre e gratuito exclusivamente para utilizadores domésticos e uso privado, apenas em computador pessoal e isolado. É proibida a utilização, em qualquer organização seja ela comercial ou não.
Detecta e remove mais de 50.000 vírus. O Virus Guard serve para monitorar movimentação de arquivos periodicamente e download de dados da Internet, verificando e reparando vírus e protegendo contra vírus desconhecidos.
Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows 2k/XP/Vista/win7
Download: Avira AntiVir Personal 9.0.0.407 [28.68MB]
Homepage: AntiVir
Como “ressuscitar” o seu PC “dinossauro”
Criado por Victor Abreu em 6 de Agosto de 2009
Tem um PC velhíssimo, quase uma antiguidade, em casa? Não sabe o que fazer com ele? Então espere. Tem aqui 10 dicas antes de partir com o martelo.
Bem, e sem perder tempo, cá vai:
1.- Instale um sistema operativo leve. Dois bons exemplos são o ReactOS e o Damn Small Linux (DSL). Se preferir compatibilidade, escolha ReactOS, pois tem a capacidade de rodar software e drivers do Windows. Se preferir segurança, escolha o DSL.
2.- Usar a cloud computing sempre que necessário. Em vez de instalar o Office ou OpenOffice, use o Google Docs. Assim, poupa espaço em disco, necessitando apenas de uma conta GMail e de uma ligação à Internet. Use também serviços de hospedagem online, para guardar os seus ficheiros.
3.- A pendrive também é sua amiga. Se aquele programa de que gosta não está disponível pelo método 2., use aplicações portable. No site PortableApps encontrará várias aplicações para a sua pen.
4.- Nada de jogos. Os jogos ocupam demasiado espaço no disco, já para não falar do uso da placa gráfica e da RAM. De certo modo, todo aquele trabalho de poupar espaço no disco seria inútil. Tem de ter atenção às suas prioridades, embora eu não recomende jogar em condições destas, pois de certeza que será uma má experiência para o utilizador.
5.- Use (quase) sempre software livre. Se os métodos 2. e 3. não resultaram, tente instalar o software no PC. Mas prefira sempre software opensource, pois este, como é alterado por milhares de programadores pelo Mundo, será mais eficaz, já para não falar que é grátis. Se não resultar, procure freeware, visto que também é grátis.
6.- Recorra a um bom Cleaner. Um Cleaner limpará toda a tralha do seu PC, desde histórico de Internet à Reciclagem, passando pelos ficheiros temporários. Gratuitamente, recomendo o CCleaner Slim. Pagos, encontrará o TuneUp Utilities 2009. Mas, legalmente, posso-lhe fornecer uma chave da versão 2008, dada por uma granda revista de informática.
7.- Nem sempre actualize os seus softwares. Pode parecer irónico, mas, não deve actualizar um software, se estiver a funcionar bem. Só deve actualizar em caso de falha. Excepções a esta regra são: updates do Windows (se não seguiu a regra 1.), anti-vírus e anti-spyware.
8.- Comprima os dados no disco. Se não seguiu a regra 2., há outra opção: comprima os dados no disco. Se não é grande conhecedor deste método, comprima apenas ficheiros de trabalho. Lembro-me que o Windows XP tinha um assistente, muito intuitivo, para isto. O 7-Zip Portable é o que recomendo.
9. A pen em salvamento, outra vez. Se também não seguiu a regra 8. pode passar os ficheiros de trabalho para a sua pen.
10.- Beleza e desempenho nem sempre combinam. Se tem Windows XP (esqueça, nem o Vista nem o Seven fazem milagres) meta-lhe em tema clássico. Assim consome menos RAM, processador e placa gráfica.
Download: ReactOS Install (33 MB)
Download: DSL (47 MB)
Download: CCleaner Slim (1 MB)
Download: TuneUp Utilities 2008 (14 MB)
Download: 7-Zip Portable (1,4 MB)
Small Journal
Small Journal
Criado por Victor Abreu em 6 de Agosto de 2009
Marines dos EUA proibidos de usar redes sociais
Os militares receberam, na segunda-feira, a informação de que sites como o Facebook, MySpace e Twitter não poderiam ser utilizados.
Os Marines dos EUA ficaram proibidos de aceder a redes sociais a partir dos computadores da corporação. De acordo com um anúncio tornado público anteontem, a corporação de fuzileiros navais norte-americanos, a US Marine, não permite que os seus Marines visitem as redes sociais, Facebook, Hi5, MySpace, Twitter, etc, devido ao medo de uma brecha de segurança nos computadores e permita a alguém invadir os computadores da corporação.
“A própria natureza das redes sociais cria uma grande janela de ataque e exploração, dá a conhecer informação desnecessária aos adversários e proporciona um veículo fácil para fugas de informação que põe em perigo a segurança operacional, a segurança das comunicações e todo o pessoal”, indicaram os fuzileiros navais norte-americanos em comunicado, pondo um “selo oficial” a uma prática oficiosa que já impedia o acesso a este tipo de sites.
Segundo o Publico, o exército português está bem ciente do problema mas ainda não tomou este tipo de medidas. Publico
Computadores do Estado Português estão vulneráveis
Um em cada cinco computadores do Estado é vulnerável a «ataques» através da Internet, segundo um estudo de uma equipa de Coimbra, que criou um sistema informático que concluiu ser perigoso o nível de segurança da rede em Portugal, noticia a agência Lusa.
A investigação foi desenvolvida ao longo de dois anos por uma equipa conjunta do Instituto Pedro Nunes (IPN) e da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).
O sistema informático que permite avaliar a segurança da Internet portuguesa, designado NONIUS, concluiu também que a rede nacional «nem sequer está protegida da RBN – Russian Business Network, uma das mais perigosas organizações do crime cibernético do mundo, que recentemente atacou websites públicos e privados da Estónia», refere uma nota divulgada pela FCTUC.
«Há falta de informação e reina a atitude “não tenho nada interessante no computador para que seja roubado”», disse à Lusa Francisco Rente, da FCTUC, que lidera a investigação.
O cientista alertou que «o objectivo de muita da actividade criminosa não é roubar os dados que os computadores possuem mas utilizá-lo [ao aparelho] para outros ataques, podendo o proprietário do computador vir a ser acusado de crimes informáticos que não cometeu».
Através do NONIUS «foram varridos os 3,6 milhões de endereços electrónicos existentes em Portugal e, em simultâneo, 11 mil domínios (representantes de uma organização do primeiro nível de hierarquia “pt”)».
«Um em cada cinco computadores do Estado está vulnerável a softwares nocivos e outros tipos de ataques informáticos», concluiu o sistema.
No varrimento da rede nacional da Internet, foram detectadas «30 mil vulnerabilidades de 17 tipos distintos», o que leva os investigadores a concluir que o nível de segurança da Internet portuguesa é «perigoso», o segundo nível numa escala de quatro graus.
Francisco Rente disse à Lusa que o que mais o surpreendeu foi «a quantidade de computadores vulneráveis».
«À medida que o NONIUS for sendo desenvolvido evoluiremos para resultados ainda mais precisos», acrescentou.
O investigador explicou que o que o novo sistema faz é verificar se o disco do computador está totalmente partilhado para a Internet ou se o que é partilhado é apenas um segmento.
«Os próprios vírus accionam essa partilha, sem que o utilizador se dê conta», esclareceu, sublinhando a existência de software de protecção no mercado ou que pode mesmo ser descarregado gratuitamente da Internet.
Francisco Rente considerou, por outro lado, não estar em causa a legalidade desta operação de varrimento dos websites públicos e privados, já que se trata de «informação pública».
Porém, «foram consultados os juristas do IPN e a fiabilidade dos testes foi validada por matemáticos da FCTUC», esclarece a nota de imprensa hoje divulgada.
Os investigadores procuram agora apoios financeiros para dar continuidade ao projecto, que visa «criar uma onda de consciencialização» sobre o problema.
«Este é um projecto inovador, sem comparação a nível mundial e, talvez por isso, quando começámos a desenvolvê-lo, não obtivemos apoios», disse, esperando que com a divulgação dos resultados seja mais fácil obter financiamento.
Segundo o professor da FCTUC, na altura, foram contactadas cerca de 60 entidades nacionais e estrangeiras, na área das telecomunicações e informática.diárioiol
Dados de acesso à Internet ficam guardados a partir de hoje
Custos suportados pelos operadores, que queriam comparticipação do Estado
Data e hora de ligação à Internet, endereço de IP, nome e endereço do utilizador ou subscritor do serviço, localização de aparelhos móveis – são apenas alguns dos dados que, a partir de amanhã, os operadores de telecomunicações passam a ter de guardar durante um ano, para o caso de um juiz requerer a informação. De fora desta medida fica todo o conteúdo das comunicações, cuja retenção continua a ser proibida.
A legislação que entra amanhã em vigor veio inverter as regras. Até agora, esclarece o procurador da República e especialista Pedro Verdelho, os fornecedores de Internet estavam obrigados a destruir todos os dados das comunicações após a respectiva facturação. Só em eventuais casos de facturas não pagas as empresas podiam manter os dados até que ocorresse a cobrança.
Os dados sobre chamadas telefónicas, de redes fixas e móveis, bem como sobre os SMS e MMS, já eram registados anteriormente e passam também a ser abrangidos pelas novas regras.
A lei foi aprovada em 2008. “A conservação e a transmissão dos dados”, lê-se no diploma, “têm por finalidade exclusiva a investigação, detecção e repressão de crimes graves por parte das autoridades competentes”. Trata-se da transposição para a legislação portuguesa de uma polémica directiva comunitária de 2006, vulgarmente conhecida como directiva de retenção de dados, que já foi implementada em muitos países europeus e que obriga a um armazenamento dos dados por um prazo mínimo de seis meses e máximo de dois anos.
Inevitavelmente, o período em que a directiva foi discutido ao nível europeu foi marcado por protestos de grupos defensores das liberdades individuais e da privacidade. Mas, com forte pressão por parte de um Reino Unido assustado pelo atentado bombista no metro de Londres (que ocorreu a 7 de Julho de 2005), o Parlamento Europeu acabou por votar a favor da proposta. Londres transpôs a directiva para a legislação britânica logo em 2007.
Medidas de segurança
Em Portugal, só em Maio deste ano foi publicada a portaria que determina as medidas de segurança e os termos do armazenamento e acesso à informação. Segundo o documento, o acesso aos dados guardados pelas operadoras só pode ser feito mediante requerimento de um juiz e apenas em casos de “crimes graves”.
O pedido tem de ser feito mediante uma aplicação informática própria, que é também necessária para visualizar os ficheiros que forem enviados pelos operadores em resposta à solicitação do juiz. A ligação é encriptada e o acesso requer uma identificação através de um nome de utilizador e palavra-passe.
Para além disto, todas as pessoas que, do lado dos operadores, tiverem de trabalhar com a informação terão de estar registadas na Comissão Nacional de Protecção de Dados.
Embora a lei deixe de fora todo o conteúdo das comunicações, as informações retidas são consideráveis. No caso dos telefonemas e do envio de SMS e MMS, ficam guardados o número de telefone de origem e de destino, bem como o nome e endereço dos utilizadores (informação que não existe, por exemplo, no caso dos cartões de telemóvel que tenham sido comprados sem registo do cliente).
No caso dos acessos à Internet, fica nas bases de dados dos operadores o endereço de IP (um número que os fornecedores de acesso atribuem a cada cliente), tanto de emissores como de destinatários da comunicação.
Em todos os casos, a hora de início e de fim da comunicação é registada. São ainda gravados o tipo de aparelho usado pelo utilizador e a localização de equipamentos de comunicação portáteis (como telemóveis). Os dados são apagados ao fim de um ano, a não ser que um juiz determine o contrário.
Custos suportados pelos operadores
Um dos problemas levantados pelos operadores face à lei de retenção de dados foi o dos custos associados – em Inglaterra, o Governo cobriu os custos, que se estima rondarem os 60 milhões de euros ao longo dos próximos oito anos.
Em Portugal, os operadores tentaram, nomeadamente através da Associação dos Operadores de Telecomunicações – APRITEL, lançar a hipótese de haver uma comparticipação do Estado nos custos, mas não foram bem sucedidos.
“Era de elementar justiça que, por uma função de prevenção e investigação de crimes, que é um função do Estado, houvesse uma comparticipação”, defende Pedro Teixeira Sá, advogado da Sonaecom, dona da Optimus e da Clix. Em termos de custos, o armazenamento representa “um aumento considerável”, disse Teixeira Sá, sem adiantar valores precisos.
Já do lado da Vodafone, a directora legal, Cristina Perez, revela que a empresa teve de fazer um investimento inicial de 1,5 milhões de euros para cumprir a lei, aos quais se somam 500 mil euros anuais em custos de gestão da informação.
Não foi possível obter, nem da parte da PT (que detém o fornecedor de Internet Sapo e a TMN), nem da parte da APRITEL, uma estimativa de custos envolvidos. Público
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